segunda-feira, 14 de outubro de 2013

SER DOCE

      Eu amo pessoas que fazem da doçura um jeito de viver. Que se preocupam em dar atenção aos outros, em estender a mão, dar um abraço, um conselho, um carinho, uma ajuda.
     O 6º ano B, fez o dia 11/10/2013, ser um DIA DOCE. Além de dividir os doces entre a turma, ainda doaram doces para o sexto ano A. parabéns turminha! Vocês me lembraram um poema que diz assim:“Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.” Caio F. Abreu




domingo, 29 de setembro de 2013

SER DOURADO

      Já que vimos um pouco da cultura japonesa, aqui vai mais uma curiosidade: para os orientais uma pessoa dourada é aquela que está plena (cheia) de sabedoria.
      Toda que vez que me refiro a vocês como pessoas douradas, estou chamando-os de sábios. 
      Até a próxima, pessoas douradas!
 

COMO FAZER UM BOM CARTAZ.

      Olá, gente linda e dourada!
Aqui vão umas dicas para a confecção de um cartaz bonito e eficiente. Fiquem atentos, pois na próxima sexta faremos os cartazes da nossa Feira de Conhecimentos. Peguem as dicas. Sejam espertos. Sejam dourados!
O cartaz é um meio de comunicação mista: palavras e imagens que em conjunto pretendem comunicar uma mensagem.
O Que é necessário?
Primeiro, você precisa de definir muito bem o que quer fazer. Para isso há três aspectos em que deve pensar:
1. O tema: deve-se escolher um só assunto por cada cartaz .
2. O slogan: a mensagem do cartaz deve ser curta e sugestiva. Crie uma frase que tenha entre 5 e 7 palavras, no máximo.
3. A imagem: é o mais importante na transmissão da mensagem. Deve ser sugestiva e de cores contrastantes.

Regras a seguir:
 Dividir o espaço útil do papel em três zonas. A colocação dos elementos (slogan, imagem e texto) deve ser feita de modo a proporcionar um equilíbrio com mais movimento (dinâmico) ou com menos movimento (estático) conforme o seu objetivo.
 O tamanho das letras deve diminuir, consoante é título, texto ou legenda.
 O texto deve ter frases curtas e letras bem legíveis .
 As imagens devem ter legendas.
 Os espaços vazios são importantes. São eles que vão fazer sobressair a ilustração e a mensagem do cartaz.
6º O espaço ocupado pelo texto deve ser menor do que o espaço ocupado pela imagem.
7º O texto pode ser feito à mão, com letras recortadas de jornais e revistas, com letras autocolantes, com moldes de letras, etc. Deves escolher letras simples e fáceis de ler.
8º Você pode destacar palavras ou frases, recorrendo a diferentes estilos, tamanhos ou cores. A sua cor deverá contrastar com a cor do fundo para que as palavras sejam bem legíveis.
adaptado de "Que fazer na biblioteca da escola", DAPP/ME


 Outras dicas para fazer cartazes

      O cartaz serve para motivar ou divulgar, para isso ele deve ser bem apresentado.


      Atraente: as pessoas passam apressadas e só um cartaz interessante pode chamar-lhes a atenção.

      Simples: para ser entendido rapidamente. A mensagem deve ser clara, breve, precisa. Tratar de um só assunto, eliminando o que não for essencial.

      Ilustração: a ilustração deve ser auto-explicativa. Use apenas símbolos que se identifiquem facilmente com a mensagem.

      Texto: poucas palavras, mas bem significativas e adequadas ao público alvo. A letra deve ser bem legível.
      Cor: o cartaz deve apresentar cores vivas e contrastantes, exactamente para chamar a atenção do público.

      Distribuição dos elementos: texto e gravura devem ser distribuídos de forma agradável.

      Eis alguns exemplos de cartazes objetivos:





      
        

domingo, 22 de setembro de 2013

      Olá Pessoas Douradas! Vocês gostam de animes, mangás, jogos de computador e cosplay?
Sabiam que todas essas coisas surgiram num movimento artístico chamado Cultura Pop Japonesa?
Vamos conhecer essa história?
     Durante milhares de anos, os artistas japoneses se expressam por meio de gravuras com imagens de mulheres, aves e flores, por meio de porcelanas delicadas e ricamente decoradas ou, ainda, por meio de arranjos florais (ikebanas), quimonos e origamis. Certamente você já viu esse tipo de arte.
Ikebana

Porcelana Japonesa

Origami

Quimono

      Foi a partir da década de 1960 que surgiram no Japão novas formas de expressão dando origem a que chamamos de Cultura Pop Japonesa: Os mangás, os animes, ou tokusatsus e mais tarde os concursos de Cosplay.



 Mangás: Surgiram no Japão na década de 1960 e como toda a história em quadrinhos (HQs), caracterizam-se por contar uma história por meio de uma sequência de desenhos e pequenos textos. São feitos para crianças e adultos e, como os demais textos japoneses, devem ser lidos da direita para a esquerda.
Animes: Também surgiram no Japão na década de 1960 e são um grande sucesso no mundo todo. Uma boa parte deles possui sua versão em mangá.
Cosplay: Os primeiros Cosplayers, surgiram em 1939, na cidade de Nova Iorque e só em 1980 é que começaram a ganhar força no Japão. Foi nessa época que Nobuyuki Takahashi, famoso designer japonês, visitou o Japão e conheceu essa prática. Takahashi gostou tanto que a divulgou em diversas revistas japonesas e em pouco tempo os cosplayers passaram a fazer parte da cultura pop de lá.
      Então, gostaram das informações? Na próxima aula


 Gostaram destas informações? Na próxima aula, sexta-feira (27/09/2013) levem seus materiais de arte: caderno de desenho, lápis de colorir, lápis grafite, tesoura sem ponta e cola.

Todas as imagens: Google imagens

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"AMOR A MAIOR FORÇA DO MUNDO"


    Olá gente e linda e dourada! A professora Neilde nos enviou este texto maravilhoso para enriquecer a nossa Feira de Conhecimento. 


  O mundo será realmente lindo, habitável e fraterno quando for visto pelos olhos do amor.
    Há uma década, os homens inventaram uma nave maravilhosa que os transportou até a lua. fabricaram depois outras naves que continuam percorrendo os espaços siderais e seguirão além da nossa galáxia. Os homens inventaram milhões de coisas mirabolantes, como por exemplo, os sofisticados computadores, os satélites artificiais, assim por diante.
    Mas a invenção mais estupenda foi o amor.
    O amor é a razão de ser da existência humana e da existência do mundo.
    Você foi imaginado por amor, nasceu por amor e vive por amor e no amor. O amor é a substância vital de sua existência.
    A sua vida, cada passo, cada respiração, cada gesto tem maior ou menor sentido de acordo com a densidade de amor existente em você.
    Quando você tem o coração iluminado, aquecido e colorido pelo amor, o mundo é lindo, é um milagre maravilhoso que se renova em cada coisa a cada momento.
    Quem ama, sente a poesia do entardecer, a nostalgia profunda de uma garça pousada à beira de um lago; sente a emoção misteriosa de um noite de luar a estender résteas de prata pelos telhados, pelas árvores, pelos rios; sente a grandeza majestosa das montanhas erguidas para o céu em silenciosa oração, quem ama, enfim, sente a vida e vive-se em toda a plenitude.

                               Trecho do livro de Lauro Trevisan (O poder infinito da mente)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Olá , pessoas douradas!  Já que vocês estão estudando as várias faces da História dos negros, estou trazendo este texto retirado do blog MILITÂNCIAVIVA.blogspot.com.br - a quem somos gratos - . É um texto do Professor e senador, CRISTOVAM BUARQUE. Achei pertinente e podemos abrir diversas discussões sobre o tema. 
Vamos ler?

Há exatos cem anos, saía da vida para a história um dos maiores brasileiros de todos os tempos: o pernambucano Joaquim Nabuco. Político que ousou pensar, intelectual que não se omitiu em agir, pensador e ativista com causa, principal artífice da abolição do regime escravocrata no Brasil. Apesar da vitória conquistada, Joaquim Nabuco reconhecia: “Acabar com a escravidão não basta. É preciso acabar com a obra da escravidão”, como lembrou na semana passada Marcos Vinicios Vilaça, em solenidade na Academia Brasileira de Letras.


Mas a obra da escravidão continua viva, sob a forma da exclusão social: pobres, especialmente negros, sem terra, sem emprego, sem casa, sem água, sem esgoto, muitos ainda sem comida; sobretudo sem acesso à educação de qualidade.
Ainda que não aceitemos vender, aprisionar e condenar seres humanos ao trabalho forçado pela escravidão – mesmo quando o trabalho escravo permanece em diversas partes do território brasileiro –, por falta de qualificação, condenamos milhões ao desemprego ou trabalho humilhante. Em 1888, libertamos 800 mil escravos, jogando-os na miséria. Em 2010, negamos alfabetização a 14 milhões de adultos, negamos Ensino Médio a 2/3 dos jovens. De 1888 até nossos dias, dezenas de milhões morreram adultos sem saber ler.
Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra da escravidão se mantém e continuamos escravocratas.
Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, conforme a renda da família de uma criança, quanto eram diferenciadas as vidas na Casa Grande ou na Senzala. Somos escravocratas porque, até hoje, não fizemos a distribuição do conhecimento: instrumento decisivo para a liberdade nos dias atuais. Somos escravocratas porque todos nós, que estudamos, escrevemos, lemos e obtemos empregos graças aos diplomas, beneficiamo-nos da exclusão dos que não estudaram. Como antes, os brasileiros livres se beneficiavam do trabalho dos escravos.
Somos escravocratas ao jogarmos, sobre os analfabetos, a culpa por não saberem ler, em vez de assumirmos nossa própria culpa pelas decisões tomadas ao longo de décadas. Privilegiamos investimentos econômicos no lugar de escolas e professores. Somos escravocratas, porque construímos universidades para nossos filhos, mas negamos a mesma chance aos jovens que foram deserdados do Ensino Médio completo com qualidade. Somos escravocratas de um novo tipo: a negação da educação é parte da obra deixada pelos séculos de escravidão.
A exclusão da educação substituiu o sequestro na África, o transporte até o Brasil, a prisão e o trabalho forçado. Somos escravocratas que não pagamos para ter escravos: nossa escravidão ficou mais barata e o dinheiro para comprar os escravos pode ser usado em benefício dos novos escravocratas. Como na escravidão, o trabalho braçal fica reservado para os novos escravos: os sem educação.
Negamo-nos a eliminar a obra da escravidão.
Somos escravocratas porque ainda achamos naturais as novas formas de escravidão; e nossos intelectuais e economistas comemoram minúscula distribuição de renda, como antes os senhores se vangloriavam da melhoria na alimentação de seus escravos, nos anos de alta no preço do açúcar. Continuamos escravocratas, comemorando gestos parciais. Antes, com a proibição do tráfico, a lei do ventre livre, a alforria dos sexagenários. Agora, com o bolsa família, o voto do analfabeto ou a aposentadoria rural. Medidas generosas, para inglês ver e sem a ousadia da abolição plena.
Somos escravocratas porque, como no século XIX, não percebemos a estupidez de não abolirmos a escravidão. Ficamos na mesquinhez dos nossos interesses imediatos negando fazer a revolução educacional que poderia completar a quase-abolição de 1888. Não ousamos romper as amarras que envergonham e impedem nosso salto para uma sociedade civilizada, como, por 350 anos, a escravidão nos envergonhava e amarrava nosso avanço.
Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra criada pela escravidão continua, porque continuamos escravocratas. E ao continuarmos escravocratas, não libertamos os escravos condenados à falta de educação
.



*Cristovam Buarque, é professor da UNB e senador da república.


Leiam o texto, observem estas imagens retiradas do google imagens, reflitam e façam seus comentários.

                             Negro com marcas de açoites

                           presidente dos USA, Barack Obama   


Crianças negras famintas

Joaquim Barbosa, presidente do STF


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Documentário Maravilhas Modernas Tecnologia dos Anos 80



Olá pessoas douradas! Este vídeo tem intenção de contribuir com o conteúdo 
da Feira de Conhecimentos, cujo tema será: A tecnologia dos anos 80 até os dias atuais.

Olá pessoas douradas dos sextos anos, nosso blog foi criado para deixar o espaço artístico mais bonito e repleto de informações. Dúvidas, curiosidades,criações artísticas, vídeos, músicas, a gente encontra aqui, no nosso Espaço Dourado! E para começar uma informação: Você sabia que Renoir foi um pintor impressionista francês que dava um tom dourado a pele das pessoas que pintava? Observe a obra  As Meninas e confira:
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