sexta-feira, 30 de agosto de 2013

"AMOR A MAIOR FORÇA DO MUNDO"


    Olá gente e linda e dourada! A professora Neilde nos enviou este texto maravilhoso para enriquecer a nossa Feira de Conhecimento. 


  O mundo será realmente lindo, habitável e fraterno quando for visto pelos olhos do amor.
    Há uma década, os homens inventaram uma nave maravilhosa que os transportou até a lua. fabricaram depois outras naves que continuam percorrendo os espaços siderais e seguirão além da nossa galáxia. Os homens inventaram milhões de coisas mirabolantes, como por exemplo, os sofisticados computadores, os satélites artificiais, assim por diante.
    Mas a invenção mais estupenda foi o amor.
    O amor é a razão de ser da existência humana e da existência do mundo.
    Você foi imaginado por amor, nasceu por amor e vive por amor e no amor. O amor é a substância vital de sua existência.
    A sua vida, cada passo, cada respiração, cada gesto tem maior ou menor sentido de acordo com a densidade de amor existente em você.
    Quando você tem o coração iluminado, aquecido e colorido pelo amor, o mundo é lindo, é um milagre maravilhoso que se renova em cada coisa a cada momento.
    Quem ama, sente a poesia do entardecer, a nostalgia profunda de uma garça pousada à beira de um lago; sente a emoção misteriosa de um noite de luar a estender résteas de prata pelos telhados, pelas árvores, pelos rios; sente a grandeza majestosa das montanhas erguidas para o céu em silenciosa oração, quem ama, enfim, sente a vida e vive-se em toda a plenitude.

                               Trecho do livro de Lauro Trevisan (O poder infinito da mente)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Olá , pessoas douradas!  Já que vocês estão estudando as várias faces da História dos negros, estou trazendo este texto retirado do blog MILITÂNCIAVIVA.blogspot.com.br - a quem somos gratos - . É um texto do Professor e senador, CRISTOVAM BUARQUE. Achei pertinente e podemos abrir diversas discussões sobre o tema. 
Vamos ler?

Há exatos cem anos, saía da vida para a história um dos maiores brasileiros de todos os tempos: o pernambucano Joaquim Nabuco. Político que ousou pensar, intelectual que não se omitiu em agir, pensador e ativista com causa, principal artífice da abolição do regime escravocrata no Brasil. Apesar da vitória conquistada, Joaquim Nabuco reconhecia: “Acabar com a escravidão não basta. É preciso acabar com a obra da escravidão”, como lembrou na semana passada Marcos Vinicios Vilaça, em solenidade na Academia Brasileira de Letras.


Mas a obra da escravidão continua viva, sob a forma da exclusão social: pobres, especialmente negros, sem terra, sem emprego, sem casa, sem água, sem esgoto, muitos ainda sem comida; sobretudo sem acesso à educação de qualidade.
Ainda que não aceitemos vender, aprisionar e condenar seres humanos ao trabalho forçado pela escravidão – mesmo quando o trabalho escravo permanece em diversas partes do território brasileiro –, por falta de qualificação, condenamos milhões ao desemprego ou trabalho humilhante. Em 1888, libertamos 800 mil escravos, jogando-os na miséria. Em 2010, negamos alfabetização a 14 milhões de adultos, negamos Ensino Médio a 2/3 dos jovens. De 1888 até nossos dias, dezenas de milhões morreram adultos sem saber ler.
Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra da escravidão se mantém e continuamos escravocratas.
Somos escravocratas ao deixarmos que a escola seja tão diferenciada, conforme a renda da família de uma criança, quanto eram diferenciadas as vidas na Casa Grande ou na Senzala. Somos escravocratas porque, até hoje, não fizemos a distribuição do conhecimento: instrumento decisivo para a liberdade nos dias atuais. Somos escravocratas porque todos nós, que estudamos, escrevemos, lemos e obtemos empregos graças aos diplomas, beneficiamo-nos da exclusão dos que não estudaram. Como antes, os brasileiros livres se beneficiavam do trabalho dos escravos.
Somos escravocratas ao jogarmos, sobre os analfabetos, a culpa por não saberem ler, em vez de assumirmos nossa própria culpa pelas decisões tomadas ao longo de décadas. Privilegiamos investimentos econômicos no lugar de escolas e professores. Somos escravocratas, porque construímos universidades para nossos filhos, mas negamos a mesma chance aos jovens que foram deserdados do Ensino Médio completo com qualidade. Somos escravocratas de um novo tipo: a negação da educação é parte da obra deixada pelos séculos de escravidão.
A exclusão da educação substituiu o sequestro na África, o transporte até o Brasil, a prisão e o trabalho forçado. Somos escravocratas que não pagamos para ter escravos: nossa escravidão ficou mais barata e o dinheiro para comprar os escravos pode ser usado em benefício dos novos escravocratas. Como na escravidão, o trabalho braçal fica reservado para os novos escravos: os sem educação.
Negamo-nos a eliminar a obra da escravidão.
Somos escravocratas porque ainda achamos naturais as novas formas de escravidão; e nossos intelectuais e economistas comemoram minúscula distribuição de renda, como antes os senhores se vangloriavam da melhoria na alimentação de seus escravos, nos anos de alta no preço do açúcar. Continuamos escravocratas, comemorando gestos parciais. Antes, com a proibição do tráfico, a lei do ventre livre, a alforria dos sexagenários. Agora, com o bolsa família, o voto do analfabeto ou a aposentadoria rural. Medidas generosas, para inglês ver e sem a ousadia da abolição plena.
Somos escravocratas porque, como no século XIX, não percebemos a estupidez de não abolirmos a escravidão. Ficamos na mesquinhez dos nossos interesses imediatos negando fazer a revolução educacional que poderia completar a quase-abolição de 1888. Não ousamos romper as amarras que envergonham e impedem nosso salto para uma sociedade civilizada, como, por 350 anos, a escravidão nos envergonhava e amarrava nosso avanço.
Cem anos depois da morte de Joaquim Nabuco, a obra criada pela escravidão continua, porque continuamos escravocratas. E ao continuarmos escravocratas, não libertamos os escravos condenados à falta de educação
.



*Cristovam Buarque, é professor da UNB e senador da república.


Leiam o texto, observem estas imagens retiradas do google imagens, reflitam e façam seus comentários.

                             Negro com marcas de açoites

                           presidente dos USA, Barack Obama   


Crianças negras famintas

Joaquim Barbosa, presidente do STF


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Documentário Maravilhas Modernas Tecnologia dos Anos 80



Olá pessoas douradas! Este vídeo tem intenção de contribuir com o conteúdo 
da Feira de Conhecimentos, cujo tema será: A tecnologia dos anos 80 até os dias atuais.

Olá pessoas douradas dos sextos anos, nosso blog foi criado para deixar o espaço artístico mais bonito e repleto de informações. Dúvidas, curiosidades,criações artísticas, vídeos, músicas, a gente encontra aqui, no nosso Espaço Dourado! E para começar uma informação: Você sabia que Renoir foi um pintor impressionista francês que dava um tom dourado a pele das pessoas que pintava? Observe a obra  As Meninas e confira:
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